23 de fevereiro de 2010

Comunidade reclama das pontes estreitas localizadas na Rodovia que liga Araçuaì a Francisco Badaró

A obra de asfaltamento da MG 676 que liga Araçuaí ás cidades de Francisco Badaró, Jenipapo de Minas e Berilo é um antigo sonho que começou a se tornar realidade em 2009, entretanto, a população reivindica o alargamento das antigas pontes localizadas na rodovia que são antigas e bastante estreitas.

A ordem de serviço para obra foi liberada em março do ano passado. A ATERPA, de Belo Horizonte, foi a vencedora da licitação. A empresa montou um imenso canteiro de obras nas proximidades do bairro esplanada, em Araçuaí, para a execução do projeto, gerando inúmeros empregos. A pavimentação esta orçada em cerca de 52 milhões de reais e já esta bastante adiantada.

A previsão de termino é para o segundo semestre deste ano.
Ao todo serão pavimentados 73 km de rodovia, sendo 47 entre Araçuaí e o trevo de Francisco Badaró, 17 km entre o trevo de Francisco Badaró a Jenipapo de Minas e mais 18 de Badaró até Berilo. O Vale do Jequitinhonha tem recebido investimentos em diversas rodovias, entretanto, o déficit nesta área é tão grande aqui na região que ainda há muito por fazer, principalmente, pavimentar estradas estratégicas entre municípios com o intuito de integrar a região e encurtar distancias.

A rodovia possui três pontes muito estreitas e antigas, a do Calhauzinho, Gravatá e do rio Setúbal feita de madeira. A ponte localizada sob o córrego Calhauzinho foi construída na década de 40 com a chegada do trem de ferro. O piso está muito danificado e apenas um carro pode atravessar por vez. O mesmo é observado na ponte do gravatá. A comunidade reclama da situação e afirma que os moradores correm riscos. A ponte não possui lugar adequado para travessia de pedestres. Estes precisam fazer malabarismos quando coincidi de passarem junto com um carro sob a ponte.
Fonte: Com informações do Portal Ara

Projeto favorece organização social nordeste de MG

A realidade do povoado quilombola da Fazenda Santa Cruz, no município do Serro, no Alto Jequitinhonha, também mudou. Com investimentos de R$ 90 mil, foi inaugurada uma passarela, construída sobre o Rio Jequitinhonha, beneficiando 43 famílias da região. O povoado sofria na época das chuvas, quando a cheia do rio deixava os moradores ilhados, sem alimentos ou possibilidade de assistência.

A Associação dos Moradores das Comunidades de São Francisco e Lamarão, de Grão Mogol, no Norte, é outra entidade que recebeu recursos de R$ 56 mil. O valor foi utilizado para implantar uma rede de abastecimento de água, beneficiando 51 famílias, onde se achava impossível que a água chegasse.
Uma fábrica de rapadura, da Associação de Desenvolvimento Comunitário de Água Branca, em São João do Paraíso, também está transformando a vida de 36 famílias. Com investimentos de R$ 65 mil a comunidade iniciou as atividades e hoje é modelo de sustentabilidade.
Esses casos são apenas alguns dos exemplos bem sucedidos da atuação do Projeto de Combate à Pobreza Rural (PCPR/MG), que financia subprojetos de natureza produtiva, social e infraestrutura básica nos 188 municípios da região Norte de Minas e vales do Jequitinhonha e Mucuri.

O PCPR é uma iniciativa do Governo de Minas, implementado por meio do Acordo de Empréstimo, assinado em 2006 com o Banco Mundial, no valor de US$ 70 milhões, dividido em duas etapas. A execução do projeto tem à frente a Secretaria de Estado Extraordinária para o Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e do Norte de Minas (Sedvan) e o Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene).
Fonte: Com informações da Agência Minas

Noticias atualizadas em sua pagina na web

Radio de Virgem da Lapa na internet

Ouça a radio Morada Fm acessando o site Morada fm ao vivo