26 de março de 2009

Famílias de Araçuaí, Itaobim e Padre Paraíso recebem cisternas

As comunidades de Araçuaí, Itaobim e Padre Paraíso, são as mais novas beneficiadas com cisternas de placa de cimento para captação de água da chuva. Entre os dias 30 de março e 4 de abril, 71 famílias, das três cidades, receberão os sistemas.

Em Araçuaí estão sendo contempladas 30 famílias; em Itaobim, 26; e em Padre Paraíso, 15. As cisternas foram construídas pelo Programa do Governo de Minas “Cisternas no Semi-árido Mineiro”, coordenado pela Secretaria de Estado Extraordinária para o Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas (Sedvan) e Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas (Idene), em parceria com o governo federal.

As famílias foram orientadas por técnicos sobre a melhor forma de manusear as cisternas. Elas receberam capacitação em gerenciamento de recursos hídricos e, hoje, já têm condições de utilizar as cisternas. “Elas aprendem os procedimentos adequados para captar a água e sua retirada, dicas de higiene, conservação e o manejo de uma forma geral”, resume Willian Dias, técnico do Idene.

De acordo com José Amílcar Freire, diretor regional do Idene de Araçuai, além de realizar as capacitações, os técnicos verificaram as cisternas. “Precisamos conferir detalhes da implantação das cisternas, se elas estão dentro das normas técnicas necessárias para o consumo da água com qualidade. Algumas poucas precisaram de reparos, que já foram providenciados, e não foram liberadas ainda, mas as 71 que serão entregues estão em perfeitas condições, prontas para serem utilizadas”, relata.

Cisternas para o semi-árido
O programa visa à construção de 4.500 cisternas de placas para armazenamento de água de chuva, em 55 municípios do semi-árido mineiro, resultado do convênio celebrado entre o sistema Sedvan/Idene e o governo federal que prevê R$ 7 milhões em recursos para o projeto.

As cisternas são construídas em parceria com as prefeituras e movimentos sociais, sendo que os pedreiros e representantes de cada família beneficiada são contratados para a construção das cisternas e capacitados para a atividade. Ambos recebem remuneração, garantindo a sobrevivência das famílias. Os trabalhadores, uma vez capacitados e profissionalizados, se tornam multiplicadores nos municípios e garantem sustentabilidade do projeto.
Fonte: Com informações do Portal Uai

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